domingo, 17 de julho de 2011

Reencontro

Noite fria, nós dois
Passado que volta à tona.
Troca de olhares, sentimentos despertos
Reencontro que, sem avisos, ressuscitou sentimentos
Emoções que, para mim, outrora mortas
Avisam seu despertar num acelerar de coração.

Uma noite fria que trouxe o medo
_ Que o filme não se repita!
Um desejo: Que a noite não termine
O medo de que o sonho não vivido
Se vá com o raiar de um novo dia
E que o anjo, que em seu recuperar de asas,
Tão alto voou
Torne a cair
E as lágrimas que já haviam cessado,
Voltem a rolar.

Ah! Esta realidade, dura realidade
Que não me impede de voltar a sonhar
Te amar, te querer e sentir...

By Fabi Emerick

terça-feira, 8 de março de 2011

Solidão

Sabe quando tudo que sentimos resume-se em uma única palavra?
Quando definimos vários sentimentos por Solidão?

Ah! Caminha-se sozinho
Olha-se para frente, mas não há ninguém
Olha-se para o lado e só o vento faz presença
Ora, atrás, ninguém segue
E por dentro, tudo se resume em um vazio

Solidão tão avessa a companhia
Perfura a alma como metais pontiagudos
Dolorosa, é capaz de rasgar o interior em dois
Na vã tentativa de que se encontre companheiro em si mesmo

Solidão, tola e fria
Faz tudo a nossa volta mais distante
Mesmo que ao redor haja multidão
Faz seu alvo sentir-se o mais solitário ser
E, por mais ilustre que seja o acompanhante
Faz sentir o mais amado como o mais rejeitado.

Solidão, néscia
Brinca com a vida
Adoece a mais feliz das almas
Divertindo-se em seu cruel capricho
De mentir, ferindo um doce coração

By Fabi Emerick

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Palhaço

O palhaço perdeu a graça, 
Em seu rosto, apagou a face de sorriso e desenhou lágrimas e tristezas


 By Fabi Emerick